Recentemente, fui a um restaurante tradicional localizado no bairro da Barra, jantar com minha namorada. Não estava cheio, tinha cerca de 60% das mesas ocupadas. Sentamos e procuramos o cardápio na mesa. Não tinha. Então, aguardamos um garçom. Depois de 7 minutos de espera, eis que ele aparece! Mas ele atendeu a mesa vizinha, e não veio até a minha…
Então, aos 10 minutos, o cara aparece de novo. Mas ele estava tirando e limpando a mesa de um grupo que tinha ido embora. Ele chegou a olhar para o lado da minha mesa, mas não “abanou o rabo”. Achei aquilo muito estranho. Afinal de contas, era muito mais INTELIGENTE ele ter atendido a gente, anotar o pedido, passar o pedido para a cozinha, e depois voltar e arrumar a tal mesa. É questão de organização, de otimização de tempo. Até eu, que não sou garçom, sei disso! Mas, enfim, o cara arrumou a tal mesa e SUMIU novamente.
Aquilo me incomodou. Então, avisei para a “patroa”:
- Se a gente não for atendido em 5 minutos, a gente vai embora.
Sim, leitor(a), eu ainda dei 5 minutos para o restaurante perceber que um cliente estava ali aguardando há mais de 10 minutos.
Mas eu estava errado, eles não mereceram esses 5 minutos. Pois não fui atentido.
Desnecessário dizer que não volto lá nunca mais. E, claro, faço questão de contar para os meus amigos qual é esse restaurante, para que não aconteça com eles. Pensa bem: a gente se arruma, sai de casa, busca a namorada, escolhe um restaurante entre tantos outros. Ir a um restaurante no fim de semana é muito mais que ir se alimentar – é um momento de lazer. E a gente PAGA por isso.
Depois eu tava pensando no seguinte: Muriaé possui restaurantes/pizzarias muuuuuito mais simples e baratos do que esse em questão, mas com atendimento muito melhor! São lugares onde, assim que você senta na mesa, um garçom aparece para te entregar o cardápio! Ora, isso é o MÍNIMO que se espera de um restaurante!
Pelo jeito, os garçons do restaurante em questão não sabem o perigo de atender mal um cliente. E isso é a maior prova de que essa equipe de “profissionais” parou no tempo. Aliás, como o próprio restaurante.