Cliente:
- Oi, eu queria um logo pra empresa que estou abrindo. Ouvi dizer que sai por uns “duzentinhos”. Quanto você cobraria?
Designer:
- Depende. Para o que o senhor quer o logo?
Cliente:
- Ora essa… para usar nas coisas da minha empresa!
Designer:
- Coisas…?
Cliente:
- Cartões, notas, catálogos, website, uniformes, fachada, etc.
Designer:
- Entendo, mas para quê o senhor quer usar um logo em tudo isso?
Cliente (já estressado):
- Ué! Para todo mundo reconhecer minha empresa, para as pessoas verem esse logo e imediatamente saberem que é minha empresa, tipo a Nike ou a Coca-Cola.
Designer:
- Mas o nome não é suficiente? O senhor precisa gastar mais para ter um desenhinho no cartão e na fachada?
Cliente (possesso!):
- Caramba, mas que tipo de designer você é? É lógico que precisa ter uma marca, um logo, uma imagem, que todo mundo vai lembrar e que vai me ajudara vender mais. Que vou poder por apenas isso em um monte de lugares e vai ser o suficiente para se fazer um marketing viral e vou economizar muita grana em anúncio e propaganda. Que todo mundo vai olhar e lembrar dos meus produtos.
Designer:
- Então o senhor sabe muito bem o valor do que quer e do que está pedindo. Sabe que um logo bem feito não é só um “desenhinho”, e que vai agregar valor a sua empresa e consequentemente aumento de vendas e faturamento. O senhor está adquirindo um produto tão importante quanto as suas máquinas e seus funcionários, pois vai ser a cara, a identidade visual do seu negócio. Por tudo isso e muito mais, o valor não é “duzentinhos” não, o valor é R$ 10.000,00.
Moral da história: é importante que o cliente reconheça o valor e a importância do trabalho pedido, o que muitas vezes não acontece.