Opiniões curtas e diretas sobre filmes. Assim tem contribuído o Twitter para ocasionar o sucesso de um filme ou, ainda provocar um fracasso de bilheteria.
Os estúdios de Hollywood já estão reformulando suas estratégias de marketing. “Dependendo do tamanho do público no dia de lançamento, a propaganda boca-a-boca tem efeito na hora”, disse Adam Fogelson, presidente de distribuição e marketing da Universal Pictures. É verdade. Isso é comprovado através da queda semanal nas bilheterias nos EUA. Nos últimos anos, essa queda (entre uma semana e outra) está aumentando, à medida que a comunicação entre usuários na internet fica mais rápida, principalmente em redes sociais como o Twitter e o Facebook (que é forte nos EUA, apesar de ainda não ter tanta força aqui no Brasil).
Enfim, a coisa é muito prática: você vai ao cinema, chega em casa e deixa um comentário no Twitter. Então, vários usuários lêem sua opinião, que pode ser a mesma deles. Isso pode influenciar sensivelmente outros usuários. E então estará plantada a semente do que pode ser do fracasso ou do sucesso do filme, bem ao estilo “boca-a-boca”, a melhor mídia de propaganda que existe.
A idade da pedra lascada ainda não acabou aqui no interior de Minas. Pois ainda existem “empresários” que não acordaram para a realidade do comércio eletrônico. Estão perdendo uma grande oportunidade de aumentarem as vendas através de um site na internet, que é um veículo barato, aberto 24 horas por dia, interativo, variado e acessível. Por isso mesmo, os consumidores estão cada vez mais presentes nessa mídia.
Venho apresentar uma pesquisa realizada pela agência F/Nazca em parceria com o Datafolha, com 2.177 pessoas com mais de 16 anos de todas as classes sociais, entre 16 e 20 de março de 2009:
Aproximadamente 16,5 milhões de brasileiros (25% do total de internautas no Brasil) já compraram pela internet;
Dessa parcela, 31% são homens, 39% fazem parte das classes A/B e 29% vivem em regiões metropolitanas;
15% dos usuários disseram ter o costume de consultar a rede ANTES de comprar em estabelecimentos de rua ou shoppings;
83% navegam na rede pelo menos uma vez por semana;
32% navegam na rede todos os dias.
De onde é feita a compra:
Residência – 72%
Trabalho – 21%
Lan-houses – 12%
Casas de parentes ou amigos – 10%
Escola, faculdade ou universidade – 4%
Postos de acesso público e gratuito – 2%
Dispositivos móveis (celular, smartphone e banda larga móvel) – 1%
Produtos mais comprados:
Eletrônicos – 14%
Livros, CDs, DVDs e games – 6%
Vestuário e acessórios – 4%
Eletrodomésticos – 3%
Itens de saúde e beleza – 2%
Um dado interessante é que, dentre os internautas que têm internet em casa, 40% já adquiriram produtos por meio da web.
Será que, depois dessa pesquisa, os “empresários” vão mudar de idéia quanto à eficiência do comércio eletrônico? Duvido…
O site Thought different é um arquivo das páginas de abertura do website da Apple desde 1996. Vale a visita, seja como pesquisa e até mesmo por curiosidade para acompanhar a evolução dos produtos e do projeto gráfico do site.
O G1, portal de notícias da Globo.com, disponibilizou um making-of mostrando o processo de criação e desenvolvimento dos infográficos do site. Gostei muito da abordagem que o texto faz a respeito da funcionalidade dos infográficos:
“Animados e completos, eles não só servem de apoio para o entendimento das reportagens como apresentam uma maneira alternativa de ‘absorver’ as informações, de forma leve e atraente – em coisa de um ou dois minutos, o leitor já está informado sobre o assunto tratado.”
Entre o período de 27 a 29 Abril, a Agência Bullet realizou a primeira pesquisa entre os usuários brasileiros do Twitter, a fim de mapear quem são esses internautas, seu comportamento e a maneira como se relacionam na ferramenta.
Com os dados coletados, foi possível elaborar o cenário atual do Twitter no Brasil. Abaixo segue a apresentação no SlideShare apresentando os princípios da ferramenta, seu sucesso no mundo e, finalmente, sua atuação no Brasil.
Dica: Há algumas informações ilegíveis na apresentação em tamanho pequeno. Por isso, sugiro que você clique no botão full (no menu abaixo da apresentação) para visualizar em tela cheia.
Filed Under (Tecnologia) by André Taranto on 10-07-2009
Quem tem filho, sabe muito bem como é “romântico” passar noites em claro com o bebê chorando. Pior quando ele já está alimentado, limpo, medicado para as dores abdominais, mas… mesmo assim o rebento não para de chorar!
Para ajudar os pais a entenderem o motivo do choro do bebê, foi lançado o “Baby Crying Analyzer”. É um aparelhinho movido a 4 pilhas AA que tem uma tela LCD.
Você coloca o aparelhinho numa distância menor que 2 metros do “chorante” e, em 20 segundos, ele mostra se o bebê está com fome, entediado, irritado ou com sono. Também mostra a temperatura e a umidade do ambiente. Já está à venda no ThinkGeek por US$ 100.
Depois desse aparelho, só faltam agora inventar um “tradutor” para cães. Serei o primeiro a comprar. Tenho duas cadelinhas que nem sempre conseguem se comunicar “claramente” comigo. Aliás, nem entre si!
Como eu sempre digo, uma boa peça publicitária deve chamar atenção, deve surpreender, fazendo com que o público tenha interesse em ler o anúncio, assistir o comercial etc. Afinal de contas, quem não vê, não compra. E a Realidade Aumentada está cada vez mais sendo usada para alcançar resultados em Propaganda.
Aqui, mostro uma campanha alemã do MiniCooper Cabrio, que utilizou a mídia impressa conjugada com a mídia eletrônica. Explico melhor: foram publicados anúncios desse carro, sempre no verso de algumas revistas. O anúncio não tinha foto nenhuma do carro, apenas instruções para acessar o site, ligar a webcam e exibir o anúncio em frente à webcam. Estranho, não?
Então, a surpresa: assim que o site era carregado, ele exibia a imagem da webcam com o carro “em cima” do anúncio! E, à medida que a revista era girada, a imagem do carro acompanha o movimento, como se estivesse em cima do anúncio!
Como diria um amigo meu… eu fico “impressionante” com essas coisas!
Filed Under (Mercado) by André Taranto on 06-07-2009
Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
A tecnologia de visualização 3D veio mesmo para ficar. E a Publicidade está começando a fazer uso do recurso aqui no Brasil.
A Paim Comunicação, uma agência de Porto Alegre associada à McCann Erickson, lançou no dia 1º de julho a primeira campanha no Brasil com uso de comerciais 3D. É uma campanha de auto-promoção com 3 comerciais a serem veiculados em salas de cinema 3D do GNC Cinema Iguatemi de Porto Alegre.
São comerciais aparentemente simples, com animações de elementos da logomarca. Mas, por trás dessa “simplicidade”, há uma produção que contou com 3 fornecedores do Brasil para o vídeo e o áudio, e 1 fornecedor da Austrália para a finalização.
Assista os comerciais aqui. Claro que não dá para comparar com o efeito final, que é apenas conseguido com uso de óculos 3d, onde a impressão que você tem é que os objetos estão “saltando” para fora da tela.